A cadela Catrina, primeira do Núcleo de Operações com Cães (NOC) da Polícia Civil do Piauí, morreu na madrugada desta quarta-feira (30). Em seis anos de atuação, ela participou de mais de 2.600 buscas policiais e ajudou a localizar 226 armas de fogo, segundo o delegado Samuel Silveira, coordenador do Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc).
Além das armas, Catrina contribuiu para a apreensão de 4,5 toneladas de drogas. O delegado destacou que investigações apontam que uma única arma pode ter sido usada em até seis homicídios, o que reforça a dimensão do trabalho realizado pela animal ao longo da carreira. Catrina chegou ao Piauí com um ano de idade, vinda de Goiás, e nos primeiros anos viveu na casa da policial civil Adriana Sousa, responsável por iniciar o trabalho com cães na instituição.
O delegado Matheus Zanatta, titular da Superintendência de Operações Integradas (SOI), informou que o prédio próprio do NOC, com inauguração prevista para 2027, vai receber o nome de Catrina em homenagem à cadela. A corporação também planeja adquirir dois novos cães no Rio de Janeiro para atuar nas cidades de Canto do Buriti e Floriano.
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