O caso envolvendo cerca de R$ 2 milhões abordados pela Polícia Federal em Porto Velho ganhou um novo capítulo depois que a UNNESA apresentou documentos bancários e contábeis às autoridades. A instituição afirma que os registros comprovam a origem do dinheiro e a regularidade da operação financeira realizada antes da abordagem ocorrida em 3 de agosto.

Segundo a UNNESA, os documentos foram entregues espontaneamente às autoridades na quarta-feira, 5 de agosto. A entidade informou que o valor havia sido retirado de uma conta bancária da própria instituição e que a retirada já estava registrada pelo banco e pela contabilidade.
A quantia era transportada pelo diretor financeiro da entidade educacional, Mário Leonir Schwaab, que ocupa a função há mais de 15 anos. Conforme a versão apresentada pela instituição, ele próprio fez o saque e seguia com o dinheiro do banco para a sede da UNNESA.
A entidade também declarou que toda a movimentação ocorreu dentro das atividades privadas da instituição e que os registros financeiros referentes ao saque foram apresentados às autoridades para esclarecer a procedência dos valores.
O material entregue inclui, segundo a UNNESA, documentos bancários e contábeis ligados à retirada do dinheiro. A instituição afirma que a documentação comprova que os R$ 2 milhões pertenciam à própria entidade e que a operação seguiu os procedimentos previstos para esse tipo de movimentação financeira.
A apresentação dos documentos ocorre após a abordagem da Polícia Federal colocar o valor milionário no centro das atenções em Porto Velho. Até o conteúdo divulgado pela instituição, a versão apresentada é de que o dinheiro tinha origem identificada, saiu diretamente de sua conta bancária e seria levado até a sede da entidade.
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