Roberto Medina, fundador do Rock in Rio, afirmou durante a edição de 2026 do festival que o sertanejo e o country estão no seu radar para edições futuras. Ele disse ainda não ter pensado no assunto de forma objetiva, mas reconheceu que o sertanejo é o gênero mais tocado no Brasil. Roberta Medina, vice-presidente da Rock World, empresa organizadora do evento, também demonstrou abertura ao tema ao ser questionada sobre a possível presença de duplas do gênero no festival.
O colunista Mauro Ferreira defende que o encontro entre o Rock in Rio e a música sertaneja precisa acontecer na edição de 2028. Para ele, Ana Castela e Luan Santana têm capacidade técnica e estrutura de show para ocupar o Palco Mundo, enquanto o Palco Sunset poderia receber nomes como Daniel, Leonardo e Panda em apresentações que valorizem as raízes do gênero. Marcos Bernardes, do portal Blognejo, avalia que a declaração de Medina responde a uma pressão constante dos fãs, mas cobra ações mais concretas. O apresentador Renato Sertanejeiro reforça que o sertanejo é a música mais executada e ouvida no país e que a aproximação com o festival seria positiva para ambos os lados.
Ana Castela aparece como unanimidade entre os especialistas para o Palco Mundo, com destaque para seu álbum mais recente, que chegou a concorrer ao Grammy Latino. Luan Santana também figura na maioria das listas pelo diálogo que mantém com outros gêneros musicais e pela grandiosidade de suas produções ao vivo. Entre as sugestões para o Palco Sunset, estão tributos a duplas clássicas como Tião Carreiro e Pardinho e Tonico e Tinoco, com nomes como Zezé Di Camargo e Luciano, Victor e Leo e a dupla Daniel e Leonardo reunida especialmente para a ocasião.
Com informações de G1 Pop & Arte.
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