A ministra Estela Aranha, integrante do Tribunal Superior Eleitoral, afirmou que tem sido alvo de misoginia após tomar uma decisão que interferiu em um debate presidencial organizado pela Rede Globo. O episódio terminou com o cancelamento do debate pela emissora.
Estela Aranha defendeu publicamente sua postura no caso, que envolveu a proibição do uso de uma cadeira vazia para representar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a atração televisiva.
A ministra disse que as críticas recebidas têm caráter discriminatório por ser mulher e que pretende continuar exercendo suas funções no tribunal sem recuar de suas decisões.
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