O SBT teve acesso ao novo organograma do PCC, que detalha cerca de 100 integrantes e áreas consideradas estratégicas dentro da organização. A liderança de Marcola permanece indicada no topo da estrutura, enquanto bilhões em bens apreendidos seguem sob análise das autoridades.
O SBT informou ter obtido com exclusividade o novo organograma do Primeiro Comando da Capital, documento que apresenta uma estrutura hierárquica com aproximadamente 100 nomes associados a diferentes setores internos da organização, distribuídos em áreas que vão desde a coordenação geral até núcleos responsáveis por comunicação e fiscalização.
De acordo com a reportagem exibida no SBT Brasil, o material detalha a chamada “Sintonia dos 14”, apontada como um dos principais núcleos de decisão, além de estruturas voltadas à comunicação online, que teria a função de manter contato entre integrantes e repassar orientações, e um setor descrito como responsável pela fiscalização interna, encarregado de monitorar condutas e aplicar regras estabelecidas pelo grupo.
No topo do organograma aparece o nome de Marcola, apontado pelas autoridades como líder histórico da facção, mesmo estando preso em unidade federal. A permanência de seu nome na posição central indica, segundo a apuração apresentada, que ele ainda é considerado referência máxima dentro da estrutura organizacional do grupo.
Outro ponto destacado na reportagem envolve a dimensão financeira atribuída à organização. Segundo dados mencionados, cerca de R$ 22 bilhões em bens e valores ligados ao grupo criminoso foram apreendidos e estão sob análise da polícia, incluindo imóveis, empresas e recursos financeiros que teriam sido movimentados por meio de diferentes frentes de atuação.
As autoridades seguem investigando a estrutura e o funcionamento da facção, com foco na identificação de integrantes, na rastreabilidade de recursos e na atuação de setores estratégicos apontados no organograma. O documento, segundo a emissora, integra um conjunto de informações utilizadas para compreender a dinâmica interna do grupo e subsidiar novas medidas de enfrentamento ao crime organizado.
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