Quase 200 crianças foram concebidas em países da Europa utilizando sêmen de um doador que portava uma mutação genética ligada a uma forma grave de câncer. O número de crianças concebidas com o material genético deste doador chega a 197, segundo relatórios divulgados por veículos de imprensa internacionais.
A mutação identificada no doador é associada a um alto risco de desenvolvimento da doença. As informações sugerem que o sêmen foi distribuído e usado em clínicas de fertilidade em diversas nações do continente europeu antes que o risco genético fosse detectado.
O caso levanta preocupações significativas a respeito dos protocolos de rastreamento genético implementados por bancos de sêmen na região. Instituições desse tipo são geralmente obrigadas a realizar exames detalhados para identificar e excluir doadores com histórico ou marcadores de doenças hereditárias ou graves.
As autoridades de saúde e as agências reguladoras europeias iniciaram investigações para determinar como o material genético com a mutação conseguiu ser aprovado para uso reprodutivo e qual a extensão do acompanhamento de saúde que será oferecido às famílias e às crianças afetadas. O foco das investigações está na revisão dos procedimentos de triagem e na comunicação de riscos aos pais.
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