A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, divulgou recentemente uma série de declarações detalhando aspectos de sua recente viagem ao exterior, seus objetivos políticos e sua visão sobre a soberania nacional.
Machado confirmou publicamente que deixou a Venezuela e que sua viagem contou com assistência específica do governo dos Estados Unidos. Embora não tenham sido especificados os detalhes logísticos ou o propósito exato da viagem, ela reiterou que tem a intenção de retornar ao país.
Em suas declarações, a opositora manteve o foco em seu objetivo político central. “Não vamos parar até tornar a Venezuela livre”, afirmou Machado, reforçando a continuidade de seu movimento contra o governo atual.
A líder venezuelana também abordou o tema da intervenção externa. Ao comentar a possibilidade de uma ação ou intervenção dos Estados Unidos no país, ela defendeu que a Venezuela “já foi invadida”, contextualizando as tensões geopolíticas regionais.
Durante o período de suas declarações, Machado também mencionou o Prêmio Nobel da Paz, expressando o desejo de que a honraria fosse levada para a Venezuela.
Estas comunicações ocorrem em meio a um período de intensa pressão política interna e restrições impostas a membros da oposição dentro da Venezuela, que tem levado figuras políticas a buscar apoio e visibilidade internacional.
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