Navios de guerra e embarcações de transporte afundados durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) continuam a ser fontes ativas de poluição marítima décadas após o conflito. O fenômeno ocorre devido à corrosão das estruturas de aço submersas, que eventualmente libera óleo combustível e outros materiais perigosos contidos nos cascos.
O caso em questão, conforme reportado, envolve um navio categorizado como ‘navio-bomba’ – um termo que tipicamente se refere a embarcações carregadas com grandes quantidades de explosivos ou combustíveis. A liberação lenta e contínua do óleo residual no ambiente marinho impacta diretamente a fauna aquática e os ecossistemas costeiros.
A deterioração estrutural das embarcações, que permanecem no fundo do oceano, resulta na liberação desses poluentes ao longo do tempo. Esta contaminação crônica é citada como causa de mortes de organismos marinhos e de desequilíbrio ecológico em áreas próximas aos naufrágios.
Especialistas internacionais apontam que milhares de naufrágios da Segunda Guerra Mundial, espalhados pelos oceanos, representam um risco persistente de vazamento. Embora a taxa de liberação de poluentes possa variar, a longevidade do problema exige monitoramento contínuo para avaliar os danos ambientais a longo prazo.
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