O policial civil Paulo Vítor Silva Heitor, morto a tiros durante uma tentativa de assalto no bairro do Maracanã, na Zona Norte do Rio de Janeiro, ainda não teve o velório iniciado. As cerimônias de despedida, incluindo velório e sepultamento, estão previstas para acontecer ao longo desta segunda-feira, em locais e horários que devem ser confirmados oficialmente pela família e pela Polícia Civil.
O crime ocorreu na madrugada de domingo, quando o agente estava acompanhado da esposa e deixava um estabelecimento comercial na região da Rua Visconde de Itamarati.
Paulo Vítor não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. A esposa do agente também foi baleada, sofreu ferimento de raspão e foi socorrida para uma unidade de saúde. Ela recebeu atendimento médico e não corre risco de morte.
Após o crime, os suspeitos fugiram. A área foi isolada para o trabalho da perícia, e o corpo do policial foi removido para o Instituto Médico Legal, onde permanece até a liberação para os ritos fúnebres. A Delegacia de Homicídios da Capital assumiu a investigação e trabalha com análise de imagens de câmeras de segurança da região e depoimentos de testemunhas.
A expectativa é de que o velório reúna familiares, amigos e colegas de corporação. O sepultamento deve ocorrer no mesmo dia, com honras institucionais, seguindo o protocolo da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro para agentes mortos em serviço ou em decorrência da função.
Paulo Vítor Silva Heitor era comissário da Polícia Civil e atuava havia anos na corporação. Ele estava de folga no momento do crime. Até o momento, não há confirmação oficial de prisões relacionadas ao caso. As investigações seguem em andamento.
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