A estreia de Virginia Fonseca como rainha de bateria da Acadêmicos do Grande Rio na Marquês de Sapucaí, no Carnaval de 2026, já era uma das mais aguardadas da noite, mas acabou marcada por um imprevisto que aconteceu enquanto ela sambava à frente da bateria, sob luz intensa e transmissão ao vivo.
Durante a evolução na avenida, em meio ao ritmo acelerado dos instrumentos e aos movimentos amplos exigidos pela posição que ocupa, o tapa sexo da fantasia começou a se desprender, e em determinado momento se soltou parcialmente, obrigando Virginia a agir de forma rápida para evitar maior exposição, segurando a peça enquanto continuava a apresentação.
O episódio ocorreu com câmeras posicionadas ao longo de toda a pista e com milhares de pessoas assistindo das arquibancadas, o que fez com que o momento fosse registrado de vários ângulos e passasse a circular quase em tempo real nas redes sociais, ampliando a repercussão ainda durante o desfile da escola.
Mesmo diante do contratempo, ela seguiu sambando, mantendo presença ao lado dos ritmistas até conseguir que o ajuste fosse reforçado, demonstrando controle em uma situação delicada, já que a fantasia era composta por pedrarias, recortes cavados e um costeiro iluminado por LEDs que aumentava o peso e a complexidade do figurino.
A apresentação foi concluída dentro do tempo previsto pela escola, mas o detalhe do tapa sexo acabou se tornando o ponto mais comentado da noite, misturando espetáculo, exposição e a imprevisibilidade que acompanha quem ocupa um dos lugares mais visíveis da Sapucaí.
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