A Casa Branca, durante a gestão do ex-presidente Donald Trump, desenvolveu cenários de planejamento para uma Venezuela após a eventual saída de Nicolás Maduro do poder. Simulações realizadas no primeiro mandato de Trump apontaram para uma alta probabilidade de instabilidade e caos dentro do país.
A escalada da tensão bilateral foi marcada por intensa retórica por parte do governo americano. O próprio Trump chegou a declarar publicamente que, em sua avaliação, “os dias dele [Maduro] estão contados”.
O ambiente de conflito incluiu a mobilização de ativos militares e ameaças diretas de intervenção. Houve relatos de incidentes no Caribe, bem como a presença de porta-aviões dos EUA nas proximidades e a não exclusão, por parte de Trump, da possibilidade de envio de tropas americanas à Venezuela.
Em paralelo às ameaças, o ex-presidente americano criticou a postura da Europa em relação à crise, rotulando líderes europeus como “fracos”. Internamente, as políticas agressivas de Trump contra Caracas enfrentaram ceticismo e resistência de membros do Partido Republicano, que questionaram a viabilidade e a necessidade de uma potencial ação militar.
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