Um religioso de 56 anos foi detido em São Francisco de Paula, no Rio Grande do Sul, logo após a celebração de uma missa, porque havia contra ele uma condenação definitiva pelo crime de estupro de vulnerável determinada pela Justiça de Rondônia, que já tinha expedido mandado de prisão, o que obrigava o cumprimento imediato da ordem assim que ele fosse localizado pelas autoridades.
A prisão ocorreu na noite de quarta-feira, dia 18, na Serra Gaúcha, e foi realizada pela Polícia Civil pouco depois do encerramento da celebração religiosa, já que os agentes permaneceram nas proximidades aguardando a saída dos fiéis para evitar qualquer interferência no ato litúrgico, e somente após o término da cerimônia fizeram a abordagem, informando ao religioso sobre a ordem judicial em aberto e formalizando a detenção no próprio local.
De acordo com a autoridade policial responsável pelo cumprimento do mandado, o processo tramita em segredo de Justiça, medida comum em casos que envolvem vítimas vulneráveis, o que impede a divulgação de informações sobre a identidade da vítima, a data dos fatos, o conteúdo dos depoimentos e os fundamentos específicos da sentença condenatória, embora tenha sido confirmado que se trata de decisão já proferida pelo Judiciário de Rondônia e com ordem de prisão válida.
Após a detenção, o padre foi encaminhado à delegacia para os procedimentos formais, incluindo comunicação ao juízo responsável e organização da transferência para o estado de origem do processo, onde deverá iniciar o cumprimento da pena nos termos fixados pela decisão judicial expedida pela Justiça de Rondônia.
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