A relação entre o governo Lula e a administração Trump nos Estados Unidos tem sido objeto de intensa especulação, especialmente no contexto das próximas eleições brasileiras. Inicialmente marcada por desconfianças e receios de interferência, a percepção em Brasília parece ter mudado, com diplomatas sinalizando uma postura mais “recatada” por parte de Washington. Mas será que podemos realmente confiar nessa aparente calmaria?
Fontes do governo indicam que a relação pessoal construída entre Lula e Trump nos últimos meses teria atenuado o risco de ingerência eleitoral. A forma cortês e, em certos momentos, até “carinhosa” com que o presidente americano tem tratado o petista, seria um fator de blindagem contra pressões internas e externas para que a Casa Branca favorecesse uma candidatura de direita.
No entanto, a história recente nos mostra que a volubilidade é uma característica marcante de Trump. No passado, o governo brasileiro interpretou o tarifaço imposto por Washington como uma tentativa de forçar uma mudança de regime no país, seja para reabilitar Jair Bolsonaro, seja para desgastar o governo Lula em ano pré-eleitoral. Apesar do recuo em relação às tarifas e à Lei Magnitsky, a desconfiança persistia em Brasília.
Além disso, a nova doutrina de segurança nacional dos Estados Unidos, que prevê um mundo organizado por zonas de influência, com a América Latina subordinada aos interesses de Washington, levanta sérias preocupações. Nessa configuração, os EUA se atribuem o direito de interferir em processos internos de qualquer país inserido em sua área de influência. Será que essa doutrina não representa uma ameaça à soberania nacional?
Diante desse cenário, o governo Lula tem se esforçado para manter a proximidade com a Casa Branca, buscando uma espécie de “vacina” contra movimentos da oposição bolsonarista. A ênfase na cooperação com os Estados Unidos para combater o crime organizado também faz parte dessa estratégia.
O Palácio do Planalto prevê que a segurança pública será um debate central nas eleições, e a oposição tentará desgastar Lula com esse assunto. Discutir o tema diretamente com Trump seria uma forma de neutralizar ações da oposição, sobretudo do grupo ligado ao senador Flávio Bolsonaro, provável candidato da direita.
Enquanto isso, em Porto Velho, a gestão do Prefeito Léo Moraes enfrenta críticas crescentes. A população reclama da falta de serviços básicos, como saneamento e infraestrutura, e da precariedade do transporte público. As promessas de campanha parecem ter se esvaído, e a cidade clama por soluções concretas.
A falta de transparência na gestão dos recursos públicos também é motivo de preocupação. Onde estão sendo investidos os impostos pagos pelos cidadãos? Quais são os critérios para a contratação de empresas e prestadores de serviços?
A população de Porto Velho merece respostas. É preciso que a prefeitura apresente um plano de ação claro e transparente, com metas e prazos definidos, para resolver os problemas da cidade. A gestão Léo Moraes precisa mostrar que está à altura do desafio e que se preocupa com o bem-estar da população.
Enquanto o governo federal tenta blindar-se contra possíveis manobras internacionais, aqui, na capital de Rondônia, a população luta contra a ineficiência e a falta de compromisso da administração municipal. A esperança é que, em breve, Porto Velho possa trilhar um caminho de desenvolvimento e prosperidade, com uma gestão focada nas necessidades do povo.
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