O Flamengo foi eliminado pelo Paris Saint-Germain após derrota por 4 a 3 nos pênaltis, depois de um empate em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação. O confronto decidiu o destino rubro-negro no Mundial e foi marcado por equilíbrio técnico, intensidade física e números muito próximos entre as duas equipes.
Durante os 90 minutos, o PSG terminou com maior posse de bola, fechando o jogo com cerca de 56%, contra 44% do Flamengo. Apesar disso, o time brasileiro conseguiu ser competitivo e equilibrar as ações, principalmente no segundo tempo, quando passou a ocupar mais o campo ofensivo.
Nas finalizações, o duelo mostrou semelhança. O PSG finalizou 14 vezes, sendo seis no alvo. O Flamengo chegou 12 vezes ao gol, com cinco chutes certos, exigindo boas intervenções do goleiro adversário. O empate no placar refletiu bem o que foi visto em campo.
O número de escanteios também evidenciou o jogo disputado. O PSG cobrou sete escanteios ao longo da partida, enquanto o Flamengo teve cinco oportunidades em bolas paradas ofensivas, mas sem conseguir transformar em vantagem.
No aspecto físico, o confronto foi duro. O árbitro marcou 26 faltas no total, sendo 14 cometidas pelo PSG e 12 pelo Flamengo. O jogo teve cartões distribuídos para conter o excesso de disputas no meio-campo, com o time brasileiro recebendo três advertências e o francês sendo punido duas vezes.
Na prorrogação, o ritmo caiu por conta do desgaste. As equipes criaram menos chances, priorizaram a marcação e evitaram riscos. O Flamengo ainda tentou pressionar nos minutos finais, enquanto o PSG apostou no controle da posse para levar a decisão aos pênaltis.
Nas cobranças, o PSG mostrou maior aproveitamento. Converteu quatro tentativas, enquanto o Flamengo desperdiçou uma cobrança, encerrando sua participação no torneio.
Mesmo com a eliminação, o desempenho rubro-negro ficou marcado por competitividade e números equilibrados diante de um dos elencos mais fortes do futebol mundial. Agora, o Flamengo volta o foco para as competições no Brasil, com a temporada seguindo e a necessidade de transformar a experiência internacional em rendimento dentro de campo.
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