Mpox: Porto Velho registra quatro casos confirmados

Secretaria de Saúde mantém monitoramento e reforça orientação à população
Mpox: Porto Velho registra quatro casos confirmados
Reprodução Internet

A Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia confirmou quatro casos de Mpox em Porto Velho, conforme nota oficial divulgada nesta quinta-feira, 20 de fevereiro. Ao todo, seis notificações foram registradas na capital. Após exames laboratoriais, quatro tiveram resultado positivo e duas foram descartadas. Os pacientes foram atendidos no Centro de Medicina Tropical de Rondônia, onde passaram por avaliação clínica, receberam orientações médicas e seguem em isolamento, conforme os protocolos estabelecidos pelas autoridades sanitárias.

Também foi descartado um caso suspeito notificado no Hospital Infantil Cosme e Damião. Inicialmente tratado como possível Mpox, o quadro foi posteriormente confirmado como varicela, após análise laboratorial. A Secretaria informou que mantém o monitoramento dos casos confirmados e o rastreamento de contatos, com o objetivo de evitar novos registros da doença na capital.

A Mpox é uma infecção viral causada pelo vírus MPXV, pertencente ao gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae. Trata-se de uma zoonose, ou seja, uma doença que pode ser transmitida de animais para humanos, principalmente por meio do contato com roedores silvestres infectados. No entanto, a transmissão entre pessoas também é possível, especialmente pelo contato direto com lesões na pele, fluidos corporais, secreções respiratórias ou objetos contaminados.

Entre os principais sintomas estão febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios, fraqueza e aumento dos linfonodos. A característica mais marcante da doença é o surgimento de lesões na pele, que podem ser planas ou elevadas, com conteúdo líquido, evoluindo para crostas que secam e caem. O período de incubação varia de três a 16 dias, podendo chegar a 21 dias. A transmissão ocorre enquanto houver lesões ativas; após a queda das crostas, a pessoa deixa de transmitir o vírus.

As autoridades de saúde reforçam que, diante de sintomas suspeitos, a população deve procurar atendimento médico imediatamente. A identificação precoce é fundamental para o acompanhamento adequado dos pacientes e para a contenção da disseminação da doença. Ao mesmo tempo, o poder público mantém a vigilância epidemiológica ativa, buscando garantir resposta rápida e eficaz diante de novos casos.

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