Um nome que até pouco tempo circulava fora do radar político começou a aparecer com mais frequência nas conversas sobre a eleição ao Senado em Rondônia, e isso tem relação direta com a aproximação de Bruno Scheid com o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Bruno, que passou a utilizar o nome Bruno Bolsonaro Scheid em registros eleitorais, ganhou projeção depois de receber manifestações públicas de apoio de Bolsonaro e também de Michelle Bolsonaro, que o citaram como uma escolha pessoal dentro do grupo político. A partir daí, ele deixou de ser apenas uma figura pouco conhecida e passou a ocupar espaço nas articulações e nas sondagens eleitorais.
Nascido em Porto Velho, no bairro Caladinho, Bruno tem origem rondoniense, embora sua trajetória tenha seguido por fora da política tradicional. A família se mudou para Ji-Paraná, onde ele construiu sua vida como produtor rural, mantendo-se distante da exposição pública durante muitos anos.
O nome dele apareceu com mais força após um caso que teve repercussão no meio rural, quando sua propriedade foi invadida por integrantes da Liga dos Camponeses Pobres, situação em que acabou sendo feito refém e sofreu agressões antes de ser liberado. Depois disso, voltou a ter visibilidade algum tempo mais tarde, já em um contexto de proximidade com Jair Bolsonaro.
Durante o período em que Bolsonaro esteve na Presidência, Bruno passou a frequentar o círculo mais próximo do ex-chefe do Executivo, criando uma relação que ajudou a consolidar seu espaço dentro do grupo político.
No cenário atual, com o Partido Liberal definindo o deputado federal Fernando Máximo como um dos nomes para o Senado, a segunda vaga da legenda aparece ligada a Bruno Scheid, com influência direta do núcleo bolsonarista.
A presença dele também ficou mais evidente em agendas recentes em Ji-Paraná, onde Bolsonaro e Michelle Bolsonaro participaram de eventos e reforçaram o apoio à pré-candidatura. O senador Flávio Bolsonaro, que inicialmente não demonstrava o mesmo nível de alinhamento, também esteve na cidade e declarou apoio ao nome de Bruno.
Esse avanço acontece em um estado onde o eleitorado já demonstrou afinidade com o bolsonarismo em eleições anteriores, o que ajuda a explicar por que a ligação direta com a família Bolsonaro tem peso dentro da disputa. Com isso, Bruno Scheid deixa de ser um nome periférico e passa a integrar de forma mais consistente o quadro eleitoral que ainda está em formação.
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