O Sindicato dos Policiais Penais e Agentes de Segurança Socioeducativos de Rondônia, Singeperon, divulgou uma nota solicitando explicações sobre as circunstâncias que envolveram a morte do policial penal Fabrício Borges Mendes. O caso ocorreu na terça-feira, dia 10, durante uma ação policial realizada na residência dele.
De acordo com a manifestação divulgada pela entidade, uma decisão judicial relacionada a um fato ocorrido há cerca de doze anos foi registrada às 17h10. Trinta e sete minutos depois, às 17h47, Fabrício morreu após ser atingido por disparos durante a operação no imóvel.
O sindicato afirma que a proximidade entre os dois acontecimentos precisa ser esclarecida pelas autoridades responsáveis pela investigação. A entidade informou que aguarda informações detalhadas sobre a sequência dos fatos e sobre a forma como a ação foi conduzida.
A nota também relembra um acontecimento anterior envolvendo a mesma família. No ano de 2018, o irmão de Fabrício, o policial penal André Borges Mendes, então com 36 anos, foi morto no município de Vilhena.
Registros da época indicam que André foi atingido por três tiros nas costas enquanto estava no pátio de um posto de combustíveis da cidade.
Diante desse histórico, o sindicato afirma que considera necessário que todos os elementos relacionados à morte de Fabrício sejam apurados com rigor e transparência. A entidade também declarou que não defende qualquer forma de impunidade, mas lembra que todo cidadão possui direito ao devido processo legal e que ocorrências que terminam em morte exigem investigação técnica, responsável e imparcial.
O Singeperon informou ainda que continuará acompanhando o andamento do caso enquanto aguarda a divulgação das informações oficiais.
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