A crise que tomou conta da Fhemeron desde a semana passada começou, enfim, a dar sinais de trégua. Depois da denúncia que chegou à nossa equipe revelando o risco real de paralisação dos serviços por falta de pagamento, fornecedores confirmaram que os primeiros repasses começaram a ser liberados pelo Governo do Estado. Era um desfecho aguardado por quem já acumulava três meses de atraso e não tinha mais como manter equipes e insumos sem receber.
A situação tinha estourado quando prestadores avisaram que só continuariam trabalhando até o fim desta semana. O problema atingia todos os setores, da limpeza das salas de coleta até a alimentação de doadores e servidores. Sem pagamento, profissionais que garantem o funcionamento diário do banco de sangue estavam no limite, alguns com contas atrasadas em casa e outros pensando em suspender os contratos por falta de condições mínimas de trabalho.
A fonte que procurou o Deixa Eu Te Falar relatou que o impasse não se originava na Fhemeron, mas na Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão, onde processos estariam travados sem explicação clara. Era um bloqueio que começava dentro da SEPOG e terminava na ponta, afetando quem limpa, quem cozinha, quem transporta material entre as unidades e quem mantém a estrutura funcionando para que o sangue chegue aos hospitais de Rondônia.
Com a repercussão da denúncia, a movimentação mudou. Prestadores relataram que, no início da tarde de hoje, o sistema começou a registrar pagamentos liberados. Alguns contratos já foram normalizados, e outros seguem em processamento. É um alívio importante, mas ainda não definitivo, já que boa parte dos fornecedores depende da regularização total para recuperar o fôlego.
Dentro da Fhemeron, o clima é de atenção redobrada. O banco de sangue abastece hospitais de todo o estado, e qualquer interrupção afetaria desde cirurgias até atendimentos de emergência. Por isso, a liberação dos pagamentos é vista como uma medida urgente e necessária para evitar um colapso que já estava no horizonte desde a semana passada.
Nossa equipe segue acompanhando o caso e buscando respostas oficiais do Governo do Estado e da SEPOG. Por enquanto, a Fhemeron mantém o atendimento normal, enquanto fornecedores recebem os primeiros repasses e começam a retomar a estabilidade. A crise ainda não está totalmente superada, mas o risco imediato de paralisação, que cresceu ao longo da semana passada, agora começa a ficar para trás.
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