O Serviço Secreto dos Estados Unidos informou neste domingo, 22 de fevereiro de 2026, que agentes da corporação mataram um homem que tentou atravessar o perímetro de segurança de Mar-a-Lago, propriedade do presidente Donald Trump em West Palm Beach, na Flórida, enquanto o presidente e a primeira-dama estavam em Washington.
Segundo as informações divulgadas, a ocorrência foi registrada por volta de uma e meia da manhã, quando o homem, que aparentava ter entre 20 e 30 anos, foi visto no portão norte da propriedade carregando o que parecia ser uma espingarda e um galão de combustível, e conseguiu acessar a área protegida no momento em que outro veículo deixava o local, sendo imediatamente abordado pelos agentes responsáveis pela segurança.
De acordo com o porta-voz do Serviço Secreto, Anthony Guglielmi, o suspeito era da Carolina do Norte e havia sido dado como desaparecido por familiares dias antes, e a apuração inicial indica que ele saiu daquele estado em direção ao sul, recolhendo a arma durante o trajeto, enquanto a caixa da espingarda foi encontrada dentro do veículo utilizado por ele.
Durante a abordagem, agentes do Serviço Secreto e um policial do condado de Palm Beach efetuaram disparos, e o homem morreu no local, enquanto as autoridades informaram que trabalham para identificar a motivação da tentativa de invasão e levantar informações sobre seu histórico recente.
O registro acontece em um período em que Trump já enfrentou outras ameaças, como a tentativa de assassinato ocorrida em julho de 2024, durante um comício em Butler, na Pensilvânia, quando foi atingido de raspão na orelha por um disparo antes de o atirador ser neutralizado, além da prisão de outro homem armado nas proximidades de seu campo de golfe em West Palm Beach, em setembro do mesmo ano, que posteriormente foi condenado à prisão perpétua.
Nos últimos anos, os Estados Unidos vêm registrando ataques contra lideranças políticas em diferentes estados, com homicídios e atentados envolvendo autoridades estaduais e parlamentares, e esse conjunto de ocorrências tem resultado em protocolos de segurança cada vez mais rígidos em torno de figuras públicas e propriedades associadas ao presidente.
Fonte: CNN
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