O novo filme da franquia ‘Resident Evil’ chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (17) com uma proposta diferente das adaptações anteriores. Dirigido por Zach Cregger, conhecido por ‘A Hora do Mal’ e ‘Noites Brutais’, o longa abandona as lutas estilizadas e os zumbis pouco ameaçadores das versões anteriores para entregar um clima sufocante, com criaturas construídas por efeitos especiais convincentes e situações de terror que surpreendem o espectador.
A trama acompanha Bryan, vivido por Austin Abrams, um jovem entregador que precisa levar um pacote misterioso a Racoon City e acaba preso no meio de um surto viral que transforma pessoas e animais em criaturas mortas-vivas. Praticamente sozinho durante toda a história, o personagem precisa sobreviver e concluir sua missão sem qualquer apoio externo. Abrams sustenta bem o filme, demonstrando versatilidade tanto nas sequências de tensão quanto nas cômicas, além de emocionar numa cena em que o personagem grava uma mensagem para a namorada.
O principal ponto negativo apontado na crítica é o excesso de piadas no roteiro, escrito por Cregger ao lado de Shay Hatten, roteirista das partes 3 e 4 de ‘John Wick’. O humor em excesso quebra a atmosfera de tensão em momentos nos quais o público deveria sentir medo ou nervosismo. O restante do elenco não se destaca, com exceção de uma participação de Paul Walter Hauser, de ‘O Caso Richard Jewell’, que ainda assim tem papel pouco relevante na trama. Com um desfecho inesperado, o filme é avaliado como uma reinvenção bem-vinda da franquia nas telas.
Com informações de G1 Pop & Arte.
Participe da nossa comunidade!
Clique aqui para entrar no grupo do WhatsApp

















