A operação reúne o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MPRO (Gaeco), a Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), Polícia Militar de Rondônia (PMRO), Polícia Civil (PCRO), Polícia Técnico-Científica (Politec), Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senapen) e o Exército Brasileiro.
Participam da força-tarefa equipes do Gaeco de Rondônia, Acre e Ceará, além da Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado da Sesdec (Fticco), Batalhão de Operações Especiais da PMRO (Bope), Batalhão de Choque (BPChoque), Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação (BPTAR), Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTRAN), efetivos do 1º, 5º, 6º, 9º e 11º Batalhões da PMRO, Centro de Inteligência da PMRO (CI), Coordenadoria Regional de Policiamento I (CRP-I), Corregedoria-Geral da PMRO, Gerência Especializada em Operações Penais da Polícia Penal (GEOP), Grupo de Ações Penitenciárias Especiais da Sejus (Gape), Politec, Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná, e o Comando de Fronteira Rondônia/6º Batalhão de Infantaria de Selva do Exército Brasileiro.
Ao todo, mais de 300 agentes participam da operação.
O principal objetivo da ação é o cumprimento de 45 mandados de busca e apreensão e 34 mandados de prisão nas cidades de Porto Velho, com foco nos distritos de Nova Califórnia, Extrema, Vista Alegre do Abunã e Abunã, além dos municípios de Candeias do Jamari e São Miguel do Guaporé, em Rondônia, Rio Branco e Plácido de Castro, no Acre, Pacatuba, no Ceará, e Catanduvas, no Paraná.
Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho. As medidas buscam fortalecer um Procedimento Investigatório Criminal instaurado pelo MPRO para apurar a suposta atuação de organização criminosa em Rondônia, com base no artigo 2º, §§ 2º e 4º, inciso I, da Lei nº 12.850/2013, além de outros delitos identificados durante as investigações.
A operação também tem como finalidade a recaptura de foragidos da Justiça, cumprimento de mandados de prisão em aberto registrados no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP) e repressão a crimes constatados durante as buscas e patrulhamentos, entre eles porte ilegal de arma de fogo, receptação e tráfico de drogas.
Segundo o MPRO, o nome “Audácia IX” faz referência ao comportamento de alguns investigados que, conforme as investigações, exibem nas redes sociais armas de fogo, inclusive de uso restrito, grandes quantidades de dinheiro, drogas e referências à facção criminosa da qual fariam parte.
Ainda de acordo com os investigadores, as publicações demonstrariam afronta às forças de segurança pública, sensação de impunidade e intenção de domínio das regiões onde os grupos criminosos atuam.
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