Foi deflagrada na manhã deste sábado, dia 21 de março, a Operação Regresso, resultado de uma atuação conjunta voltada ao enfrentamento do crime organizado em Rondônia, reunindo diferentes instituições da segurança pública e do sistema de Justiça em uma ação coordenada que alcançou várias cidades dentro e fora do estado.
Participam da operação o Ministério Público de Rondônia, a Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania, a Secretaria de Justiça, a Polícia Militar, a Polícia Civil, a Polícia Penal e a Polícia Federal, formando uma força integrada que também contou com equipes especializadas em inteligência, investigação e monitoramento eletrônico, reunindo um efetivo superior a 70 policiais envolvidos diretamente nas diligências realizadas nas primeiras horas do dia.
O trabalho operacional foi executado por grupos como o Gaeco, forças integradas de combate ao crime organizado, batalhões da Polícia Militar, equipes de patrulhamento tático, unidades de inteligência e delegacias regionais, além do setor responsável pelo acompanhamento de pessoas monitoradas pelo sistema prisional, o que permitiu uma atuação simultânea em diferentes pontos e com rapidez no cumprimento das ordens judiciais.
O principal objetivo da operação foi dar cumprimento a 26 mandados de prisão preventiva expedidos pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia, com ações realizadas nas cidades de Porto Velho, Candeias do Jamari, Guajará-Mirim e Ouro Preto do Oeste, em território rondoniense, além de diligências em Rio Branco, no Acre, e em Catanduvas, no Paraná, ampliando o alcance da operação para além das fronteiras estaduais.
Essas medidas estão relacionadas à recaptura de réus que respondem a processos originados da Operação Escudo de Rondônia, realizada em 2025 após uma sequência de ataques atribuídos a uma facção criminosa que atingiram diversas cidades do estado, com registros de atentados contra agentes públicos, danos a prédios e equipamentos governamentais e incêndios envolvendo veículos públicos, transporte coletivo e também veículos particulares.
Os investigados que foram localizados nesta nova etapa haviam obtido liberdade provisória após o encerramento dos interrogatórios dos principais acusados, incluindo aqueles apontados como responsáveis pela organização dos ataques ocorridos no início de 2025, porém essa decisão foi posteriormente suspensa por determinação judicial em medida apresentada pelo Ministério Público, o que resultou na emissão dos novos mandados de prisão.
Com a execução das ordens judiciais, os réus recapturados passam agora a permanecer recolhidos no sistema prisional enquanto aguardam o julgamento definitivo das ações penais relacionadas aos fatos investigados.
Participe da nossa comunidade!
Clique aqui para entrar no grupo do WhatsApp















