O corpo da professora Juliana Santiago foi velado neste domingo em Salvador, cidade onde vivem familiares próximos, e a cerimônia reuniu parentes, amigos e colegas que acompanharam a despedida em um ambiente marcado por silêncio e consternação, enquanto lembranças eram compartilhadas de forma contida, em meio à dificuldade de lidar com uma morte ocorrida de maneira abrupta durante o exercício da profissão.
Após o velório, o corpo foi cremado, em uma cerimônia restrita à família, encerrando um percurso que começou no local do crime e terminou na capital baiana, escolha feita para permitir um último adeus em um espaço mais íntimo e distante do ambiente onde a violência ocorreu.
Juliana também atuava como escrivã da Polícia Civil, além de professora, e essa dupla atuação foi lembrada por pessoas próximas como parte de uma rotina marcada por responsabilidade e dedicação, em uma trajetória profissional que atravessou áreas diferentes, mas sempre ligadas ao atendimento direto às pessoas, enquanto a despedida seguia sem discursos, sustentada pelo silêncio e pela presença de quem conviveu com ela.
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