A Polícia Civil de Rondônia deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 16 de janeiro de 2026, a Operação Sutura. O objetivo é aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de fraudes no Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Porto Velho (IPAM). A ação é conduzida pela 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO-II) e envolve o cumprimento de diversas medidas judiciais.
As apurações indicam que uma empresa da área de fonoaudiologia, credenciada apenas para serviços básicos de saúde, teria cobrado procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, em desacordo com o contrato firmado com o instituto. Também há indícios de superfaturamento nos valores apresentados para pagamento.
De acordo com a Polícia Civil, o esquema contaria com a participação de servidores públicos e particulares. O grupo teria atuado por meio da manipulação de sistemas informatizados, duplicação de guias médicas e liberação de pagamentos considerados irregulares, causando prejuízos aos cofres do município.
Ao todo, estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão nos municípios de Porto Velho e Guajará-Mirim. As decisões judiciais também determinaram o afastamento de agentes públicos de suas funções, além do sequestro e da indisponibilidade de bens, como forma de garantir o ressarcimento ao erário e o andamento do processo criminal.
Informações apuradas pela investigação dão conta de que os principais alvos da operação são ex-gestores do IPAM, que tiveram mandados de busca e apreensão cumpridos em seus endereços.
A Operação Sutura conta com o apoio da Delegacia Especializada em Combate à Corrupção (DECCO), do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRO), da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE/PCRO) e de outras unidades da Polícia Civil de Rondônia.
Fonte: Com informações da Polícia Civil
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