O deputado estadual Delegado Lucas Torres, hoje no mandato e buscando a reeleição, enfrentou dificuldade para encontrar um partido competitivo e acabou fazendo uma escolha arriscada. Filiou-se ao PL, justamente onde está um dos grupos mais duros da eleição proporcional.
Dentro da legenda, pelo menos sete deputados estaduais disputam apenas quatro vagas, sem contar outros nomes que também entram fortes na briga. Na prática, é o chamado “grupo da morte”, onde muita gente com mandato pode acabar ficando pelo caminho.
Enquanto isso, do outro lado, Rony Irmãozinho, ex-prefeito de Buritis por dois mandatos e um nome popular na cidade, fez o movimento oposto. Se posicionou no Avante, em uma chapa mais leve, com menos concorrência direta e um caminho bem mais viável até a Assembleia.
A diferença de estratégia chama atenção. De um lado, um deputado no exercício do mandato entrando em uma disputa extremamente apertada. Do outro, um nome em ascensão, bem avaliado no município, que encontrou um grupo mais favorável.
No fim das contas, Buritis pode acabar tomando uma decisão simples: apostar no caminho mais difícil ou no mais viável.
E, nesse jogo, a escolha do partido pode valer mais do que o próprio histórico político.
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