
Caso Juliana Santiago: investigação aponta rejeição como motivação do crime
Polícia Civil descarta relação amorosa e reprovação acadêmica

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Vereador pede limpeza e encascalhamento em trecho da Chiquilito Erse

A Advocacia-Geral da União foi notificada da decisão judicial que suspendeu a cobrança do pedágio na BR-364 e informou que só deve se manifestar após receber informações técnicas da Polícia Federal e da ANTT.

A morte da professora Juliana Santiago dentro de uma faculdade revela falhas profundas na proteção de quem ensina, no socorro em situações extremas e na forma como a segurança ainda é tratada nos ambientes de ensino.

Juliana Mattos de Lima Santiago, professora de Direito Penal e escrivã da Polícia Civil, tinha 41 anos, construiu sua formação entre o Rio de Janeiro e a Bahia e será sepultada em Salvador, cidade onde passou a infância, a adolescência e manteve vínculos familiares ao longo da vida.

O deputado federal Maurício Carvalho divulgou uma nota de pesar lamentando a morte da professora e policial civil Juliana Santiago, destacando a dor, a indignação e a solidariedade à família, amigos e colegas.

O acúmulo de lixo em bairros da capital elevou a pressão política e levou a Prefeitura a encaminhar o fim do contrato com a empresa responsável pela coleta, decisão que ainda depende de ajustes técnicos e financeiros.

Recurso garantido pelo parlamentar em 2024 viabilizou reforma e ampliação da entidade, que agora conta com o Centro de Atendimento Educacional Especializado.