
Operação Carbono Oculto e o combate à criminalidade organizada
A ação abrangeu múltiplos elos da cadeia produtiva, desde a importação e produção até a distribuição e comercialização final dos produtos.

A ação abrangeu múltiplos elos da cadeia produtiva, desde a importação e produção até a distribuição e comercialização final dos produtos.

A Polícia Militar apreendeu um revólver calibre .38 que havia sido utilizado durante o crime, encontrado nas proximidades do local, no bairro Lagoinha.

Os policiais buscam documentos, computadores, registros financeiros e outros materiais que possam comprovar o alcance do esquema.

Todo o material apreendido foi recolhido e levado para o 8º Batalhão da Polícia Militar, onde permanece sob custódia até a conclusão da perícia.

A ação foi deflagrada após denúncias de vizinhos que ouviram gritos vindos da residência e perceberam sinais de que algo grave estava ocorrendo.

Para encobrir suas ações, eles fraudavam contratos de compra e venda, omitindo os verdadeiros compradores e usando nomes de “laranjas” para evitar a responsabilização civil, criminal e administrativa.

Essa operação une as táticas da Coordenação-Geral de Repressão a Drogas, Armas, Crimes Contra o Patrimônio e Facções Criminosas (CGPRE), entidade central da PF em Brasília, à Superintendência Regional em Pernambuco, com a meta de minimizar a fabricação e o suprimento de entorpecentes na área.

Nataly desapareceu em 2022, em circunstâncias que chamaram a atenção da população do estado.

A investigação identificou que instituições de ensino não credenciadas pelo Ministério da Educação (MEC) estavam comercializando certificados falsos de pós-graduação, prometendo validade nacional e reconhecimento oficial.

O caso aconteceu na Avenida Alexandre Guimarães, no bairro Tancredo Neves, área com grande movimento de veículos e comércios.

Ao longo da operação, foram cumpridos seis mandados de prisão temporária e 19 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça.

Polícia Federal deflagrou a Operação Benevolentia para combater a extração ilegal de madeira em Terras Indígenas de Rondônia.

A decisão resulta de uma ação penal movida pela Promotoria de Justiça de Buritis, que demonstrou a participação direta do acusado em esquemas que envolveram valores entre R$ 2 mil e R$ 70 mil.

Em nota divulgada nesta quinta-feira (17), a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que, assim que a direção da escola tomou conhecimento da denúncia, todas as medidas legais foram imediatamente adotadas.

Mandados foram cumpridos em Rondônia e São Paulo; documentos indicam dispensa irregular de licitação e custo por página até 23 vezes acima do mercado