O governo dos Estados Unidos acusou a Venezuela de empregar uma rede de embarcações, denominada “frota fantasma”, para continuar exportando petróleo e assim burlar as sanções econômicas internacionais impostas ao país sul-americano. A acusação se insere no contexto das medidas punitivas americanas destinadas a restringir as receitas do regime de Caracas.
Uma “frota fantasma” é caracterizada por navios que navegam fora dos padrões regulatórios internacionais, muitas vezes desligando seus sistemas de rastreamento por GPS (transponders) – uma prática conhecida como “going dark”. Este procedimento impede o rastreamento em tempo real da localização e das operações dos navios, dificultando a fiscalização de onde o petróleo é carregado e para onde é vendido.
Estas embarcações, que operam frequentemente sem seguro marítimo padrão, permitem à Venezuela manter o fluxo de caixa através da venda de seu principal produto de exportação, desafiando o regime de sanções implementado por Washington, que visa limitar o financiamento do governo venezuelano.
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